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Biografia

Patricia Pillar nasceu em Brasília, em 1964, filha de um oficial da Marinha e de uma funcionária pública. Aos 14 anos, mudou-se com sua família para o Rio de Janeiro e, ainda jovem, começou a estudar teatro na escola “O Tablado”. Cursou Jornalismo, mas logo escolheu a carreira de atriz.

Teve sua estreia profissional nos palcos em 1981, com a peça “Os Banhos”, e três anos depois, surgia no cinema através do filme “Para Viver um Grande Amor”. Em 1985, viveu sua primeira personagem na televisão: a atriz Linda Bastos, da novela “Roque Santeiro”. A partir de então, foram dezenas de trabalhos em diferentes áreas das artes cênicas.

Televisão

Ao longo de sua carreira televisiva, Patricia esteve em mais de 25 novelas e séries. Foram muitas as personagens interpretadas por ela, como a protagonista de “Salomé” (1991), a boia-fria Luana de “O Rei do Gado” (1996), a Doutora Cris do seriado “Mulher” (1998) e a vilã Flora, de “A Favorita” (2008) – quando recebeu mais de dez prêmios, entre eles o de melhor atriz, segundo o júri da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte). Em 2012, interpretou outra vilã notória, a ex-baronesa Constância, da novela “Lado a Lado”, vencedora do Emmy Internacional, em 2013, na categoria “Melhor Telenovela”.

A atriz também interpretou papéis importantes em minisséries, como em “Amores Roubados” (2014), escrita por George Moura e dirigida por José Luiz Villamarim. A parceria entre os três manteve seu sucesso no remake de “O Rebu”, no mesmo ano, e em “Onde Nascem Os Fortes”, de 2018, quando Patricia viveu a engenheira Cássia. Por este trabalho, ela recebeu a estatueta de “Melhor Atriz de Série” na premiação “Melhores do Ano”, do programa Domingão do Faustão, além do Troféu Aruanda 2018, no Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro.

Cinema

No cinema, Patricia conta com participações em diversos filmes. Entre os destaques, seu papel como uma das protagonistas de “O Quatrilho” (1995), longa de Fábio Barreto indicado ao Oscar de “Melhor Filme Estrangeiro”. Ela também deu vida à comovente história de uma das maiores estilistas brasileiras em “Zuzu Angel” (2006), longa de Sérgio Rezende; e, sob a direção de Helvécio Ratton, estrelou “O Menino Maluquinho” (1994), “Amor & Cia” (1998) e “Pequenas Histórias” (2008). Em 2015, atuou em “O Duelo” – último filme do saudoso ator José Wilker –, uma adaptação do diretor Marcos Jorge ao livro “Os Velhos Marinheiros”, de Jorge Amado; em 2016, esteve em “Unicórnio”, de Eduardo Nunes, baseado nos contos “O Unicórnio” e “Matamoros” de Hilda Hilst.

Teatro

Patricia trabalhou com grandes nomes dos palcos, como os diretores Hamilton Vaz Pereira – em “Tem Pra Gente” (1983), “Amizade de Rua” (1985), “Estúdio Nagazaki” (1986) e “O Máximo” (1989) – e Aderbal Freire Filho – em “A Prova” (2004) –, além do ator Raul Cortez, em “Lobo De Rayban” (1998).

Por trás das câmeras

A versatilidade de Patricia como artista também costuma levá-la para trás das câmeras, em trabalhos como o de diretora do DVD “Waldick Soriano Ao Vivo” (2007), do documentário “Waldick, Sempre no Meu Coração” (2008) e do clipe “Vergonha” (2013), da cantora Márcia Castro; e o de coprodutora de “Construção“ (2012), documentário de Carolina Sá.

Em 2020, Patricia atuou como produtora executiva e coordenadora artística da live beneficente “Nordeste Pela Vida”, exibida no canal Multishow.

Prêmios

2018

Melhor Atriz de Série
Melhores do Ano – Domingão do Faustão: “Onde Nascem os Fortes”

Troféu Aruanda
Conjunto da obra Atriz Cinema/TV 13º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro

Indicação ao prêmio de Melhor Atriz
APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte (“Onde Nascem Os Fortes”)

2014

Melhor Atriz
Prêmio Cariocas do Ano – Veja Rio (“Amores Roubados” e “O Rebu”)

Ordem do Mérito Cultural
Ministério da Cultura

Indicação ao prêmio de Melhor Atriz
APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte (“Amores Roubados” e “O Rebu”)

2011

Prêmio Especial
Troféu Marlin Azul
18º Vitória Cine Vídeo

2009

Atriz Favorita
Nick 2009 – Nickelodeon

Melhor Atriz
Prêmio Contigo de Televisão (“A Favorita”)

Melhor Atriz
Troféu Imprensa (“A Favorita”)
Troféu Internet (“A Favorita”)

Melhor Atriz
Melhores do Ano – Domingão do Faustão
(“A Favorita”)

2008

Melhor Atriz
APCA – Associação Paulista dos Críticos de Arte
(“A Favorita”)

Melhor Atriz
Prêmio Quem (“A Favorita”)

Personalidade do Ano
Revista IstoÉ Gente

Melhor Atriz
Prêmio Qualidade Brasil (“A Favorita”)

Melhor Atriz
UOL PopTevê (“A Favorita”)

Melhor Atriz
TV Press (“A Favorita”)

Melhor Atriz
IG Gente (“A Favorita”)

Melhor Atriz
Prêmio Extra (“A Favorita”)

Melhor Atriz
Tudo de Bom (“A Favorita”)

Celebridade do Ano
Prêmio Contigo (“A Favorita”)

Melhor Atriz
Fest Natal (“A Favorita”)

2007

Melhor Atriz
Prêmio Qualidade Brasil (“Zuzu Angel”)

Prêmio Especial
Troféu Calunga
Cine PE

Melhor Atriz
Festival do Cinema Latino-americano de Paris (“Zuzu Angel”)

1998

Melhor Atriz
Festival de Cinema de Brasília (“Amor & Cia”)

1994

Melhor Atriz Coadjuvante
APCA – Associação Paulista dos Críticos de Arte
(“O Menino Maluquinho”)

1993

Melhor Atriz
APCA – Associação Paulista dos Críticos de Arte
(“A Maldição do Sanpaku”)

1992

Melhor Atriz
Festival de Cinema de Brasília (“A Maldição do Sanpaku”)

Melhor Atriz
Festival de Cinema de Natal (“A Maldição do Sanpaku”)

Televisão

Cinema

Teatro

Direção & Produção

Biografia

Biografia

Patricia Pillar nasceu em Brasília, em 1964, filha de um oficial da Marinha e de uma funcionária pública. Aos 14 anos, mudou-se com sua família para o Rio de Janeiro e, ainda jovem, começou a estudar teatro na escola “O Tablado”. Cursou Jornalismo, mas logo escolheu a carreira de atriz.

Teve sua estreia profissional nos palcos em 1981, com a peça “Os Banhos”, e três anos depois, surgia no cinema através do filme “Para Viver um Grande Amor”. Em 1985, viveu sua primeira personagem na televisão: a atriz Linda Bastos, da novela “Roque Santeiro”. A partir de então, foram dezenas de trabalhos em diferentes áreas das artes cênicas.

Televisão

Ao longo de sua carreira televisiva, Patricia esteve em mais de 25 novelas e séries. Foram muitas as personagens interpretadas por ela, como a protagonista de “Salomé” (1991), a boia-fria Luana de “O Rei do Gado” (1996), a Doutora Cris do seriado “Mulher” (1998) e a vilã Flora, de “A Favorita” (2008) – quando recebeu mais de dez prêmios, entre eles o de melhor atriz, segundo o júri da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte). Em 2012, interpretou outra vilã notória, a ex-baronesa Constância, da novela “Lado a Lado”, vencedora do Emmy Internacional, em 2013, na categoria “Melhor Telenovela”.

A atriz também interpretou papéis importantes em minisséries, como em “Amores Roubados” (2014), escrita por George Moura e dirigida por José Luiz Villamarim. A parceria entre os três manteve seu sucesso no remake de “O Rebu”, no mesmo ano, e em “Onde Nascem Os Fortes”, de 2018, quando Patricia viveu a engenheira Cássia. Por este trabalho, ela recebeu a estatueta de “Melhor Atriz de Série” na premiação “Melhores do Ano”, do programa Domingão do Faustão, além do Troféu Aruanda 2018, no Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro.

Cinema

No cinema, Patricia conta com participações em diversos filmes. Entre os destaques, seu papel como uma das protagonistas de “O Quatrilho” (1995), longa de Fábio Barreto indicado ao Oscar de “Melhor Filme Estrangeiro”. Ela também deu vida à comovente história de uma das maiores estilistas brasileiras em “Zuzu Angel” (2006), longa de Sérgio Rezende; e, sob a direção de Helvécio Ratton, estrelou “O Menino Maluquinho” (1994), “Amor & Cia” (1998) e “Pequenas Histórias” (2008). Em 2015, atuou em “O Duelo” – último filme do saudoso ator José Wilker –, uma adaptação do diretor Marcos Jorge ao livro “Os Velhos Marinheiros”, de Jorge Amado; em 2016, esteve em “Unicórnio”, de Eduardo Nunes, baseado nos contos “O Unicórnio” e “Matamoros” de Hilda Hilst.

Teatro

Patricia trabalhou com grandes nomes dos palcos, como os diretores Hamilton Vaz Pereira – em “Tem Pra Gente” (1983), “Amizade de Rua” (1985), “Estúdio Nagazaki” (1986) e “O Máximo” (1989) – e Aderbal Freire Filho – em “A Prova” (2004) –, além do ator Raul Cortez, em “Lobo De Rayban” (1998).

Por trás das câmeras

A versatilidade de Patricia como artista também costuma levá-la para trás das câmeras, em trabalhos como o de diretora do DVD “Waldick Soriano Ao Vivo” (2007), do documentário “Waldick, Sempre no Meu Coração” (2008) e do clipe “Vergonha” (2013), da cantora Márcia Castro; e o de coprodutora de “Construção“ (2012), documentário de Carolina Sá.

Em 2020, Patricia atuou como produtora executiva e coordenadora artística da live beneficente “Nordeste Pela Vida”, exibida no canal Multishow.

Prêmios

Prêmios

2018

Melhor Atriz de Série
Melhores do Ano – Domingão do Faustão: “Onde Nascem os Fortes”

Troféu Aruanda
Conjunto da obra Atriz Cinema/TV 13º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro

Indicação ao prêmio de Melhor Atriz
APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte (“Onde Nascem Os Fortes”)

2014

Melhor Atriz
Prêmio Cariocas do Ano – Veja Rio (“Amores Roubados” e “O Rebu”)

Ordem do Mérito Cultural
Ministério da Cultura

Indicação ao prêmio de Melhor Atriz
APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte (“Amores Roubados” e “O Rebu”)

2011

Prêmio Especial
Troféu Marlin Azul
18º Vitória Cine Vídeo

2009

Atriz Favorita
Nick 2009 – Nickelodeon

Melhor Atriz
Prêmio Contigo de Televisão (“A Favorita”)

Melhor Atriz
Troféu Imprensa (“A Favorita”)
Troféu Internet (“A Favorita”)

Melhor Atriz
Melhores do Ano – Domingão do Faustão
(“A Favorita”)

2008

Melhor Atriz
APCA – Associação Paulista dos Críticos de Arte
(“A Favorita”)

Melhor Atriz
Prêmio Quem (“A Favorita”)

Personalidade do Ano
Revista IstoÉ Gente

Melhor Atriz
Prêmio Qualidade Brasil (“A Favorita”)

Melhor Atriz
UOL PopTevê (“A Favorita”)

Melhor Atriz
TV Press (“A Favorita”)

Melhor Atriz
IG Gente (“A Favorita”)

Melhor Atriz
Prêmio Extra (“A Favorita”)

Melhor Atriz
Tudo de Bom (“A Favorita”)

Celebridade do Ano
Prêmio Contigo (“A Favorita”)

Melhor Atriz
Fest Natal (“A Favorita”)

2007

Melhor Atriz
Prêmio Qualidade Brasil (“Zuzu Angel”)

Prêmio Especial
Troféu Calunga
Cine PE

Melhor Atriz
Festival do Cinema Latino-americano de Paris (“Zuzu Angel”)

1998

Melhor Atriz
Festival de Cinema de Brasília (“Amor & Cia”)

1994

Melhor Atriz Coadjuvante
APCA – Associação Paulista dos Críticos de Arte
(“O Menino Maluquinho”)

1993

Melhor Atriz
APCA – Associação Paulista dos Críticos de Arte
(“A Maldição do Sanpaku”)

1992

Melhor Atriz
Festival de Cinema de Brasília (“A Maldição do Sanpaku”)

Melhor Atriz
Festival de Cinema de Natal (“A Maldição do Sanpaku”)

Carreira

Televisão

Cinema

Teatro

Direção & Produção

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